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Gerador de cláusula de reajuste tributário.

Contrato da transição sem cláusula de reajuste é passivo futuro. Preencha 3 parâmetros, gere o texto determinístico e copie para o contrato — com as fontes normativas no rodapé.

Resposta direta

A cláusula de reajuste tributário transfere automaticamente ao preço as variações de carga da transição (CBS, IBS e Imposto Seletivo) — sem ela, o novo tributo vira custo de quem não previu. O gerador abaixo produz o texto determinístico (3 parâmetros: partes, índice de referência e periodicidade + marco 2027 ou 2033), com fontes EC 132/2023 e LC 214/2025 no rodapé.

Por que a cláusula importa na transição 2026–2033

A cláusula de reajuste tributário é o mecanismo contratual que faz o preço acompanhar a mudança de carga da Reforma Tributária. Sem ela, a criação, majoração ou extinção de tributos sobre o consumo fica com a parte que não a previu — e a transição 2026–2033 muda exatamente isso.

Cláusula de reajuste tributário: regra do contrato que repassa automaticamente ao preço a variação de carga tributária (CBS, IBS e Imposto Seletivo), com índice, periodicidade e marco definidos.

Três decisões aparecem em qualquer cláusula do tipo — e são os parâmetros do gerador: índice de referência (IPCA, IGPM ou IPCA-E), periodicidade (anual ou semestral) e o marco da transição (2027, entrada em cobrança do novo sistema, ou 2033, extinção dos tributos antigos).

Fontes normativas

EC 132/2023 — institui o IVA Dual (CBS e IBS), o Imposto Seletivo e o cronograma de transição. LC 214/2025 — regulamenta fato gerador, base de cálculo, regimes especiais e regras de transição. O texto gerado cita ambas no rodapé.

O que o modelo cobre

  • Objeto e índice — variação acumulada entre datas-base, com o índice escolhido.
  • Periodicidade — revisão anual ou semestral (janeiro e julho).
  • Marco — primeira revisão em 2027 (cobrança do IBS/CBS/IS) ou 2033 (extinção de ICMS/ISS/PIS/COFINS).
  • Repasse e crédito — demonstração por documento fiscal e dedução do crédito aproveitado (crédito não é receita).
  • Comunicação e revisão extraordinária — prazos de aviso e alteração normativa superveniente.

Fontes: EC 132/2023 · LC 214/2025 · modelo informativo — não substitui análise jurídica do contrato concreto.

Ferramenta01

Gere a cláusula em três passos.

Preencher → gerar → copiar. Template embutido no front: deterministicamente, mesmos parâmetros produzem o mesmo texto — zero LLM, zero chamada externa.

Parâmetros da cláusula
como constam do contrato
Template determinístico embutido no front · zero LLM · fontes: EC 132/2023 · LC 214/2025
Modelo

Texto da cláusula

Preencha os parâmetros ao lado e gere o texto — determinístico: mesmos parâmetros, mesmo texto.

Perguntas frequentes

O que é uma cláusula de reajuste tributário?

É a cláusula contratual que disciplina como variações de tributos sobre bens e serviços (CBS, IBS, Imposto Seletivo) repercutem no preço: índice de reajuste, periodicidade, marco da primeira revisão e memória de cálculo. Contratos antigos sem ela transferem o custo da transição para quem não previu.

Por que revisar contratos antes de 2027?

A entrada em cobrança do IBS e da CBS e a vigência do Imposto Seletivo ocorrem em 2027 (LC 214/2025). Contratos firmados antes disso, sem cláusula de repasse, deixam a variação de carga com a parte que não a previu — o checklist dos 30 pontos trata essa revisão como frente jurídica prioritária.

Qual índice de referência usar: IPCA, IGPM ou IPCA-E?

Depende do setor e da negociação: o IPCA é o índice oficial de inflação (IBGE), o IGPM tem maior sensibilidade a commodities e câmbio (FGV) e o IPCA-E é a prévia mensal do IPCA. O gerador embute os três — a escolha é das partes; o texto fica determinístico e auditável.

O que muda entre os marcos 2027 e 2033?

Com marco em 2027, a primeira revisão coincide com a entrada em cobrança do novo sistema (e há revisão extraordinária já no ano-teste de 2026). Com marco em 2033, a primeira revisão coincide com a extinção de ICMS, ISS, PIS e COFINS — com revisões extraordinárias ao longo da transição 2026–2032.

O modelo substitui a análise do meu advogado?

Não. É um modelo informativo, gerado deterministicamente (sem LLM), que dá o ponto de partida e a linguagem da transição. A validade depende do contrato concreto, das partes e da jurisprudência aplicável — revise com o jurídico antes de assinar.

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